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"HILDA HILST: A IMAGEM DO AMOR NA LÍRICA CONTEMPORÂNEA" artigo de iniciação científica de Karyne Pimenta.
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| "TRANSTEXTUALIDADE E EROTISMO", dissertação de mestrado apresentada por João Batista Martins de Morais. |
Salvo algumas exceções, a trilogia erótica da escritora brasileira Hilda Hilst ― composta pelas obras O caderno rosa de Lori Lamby, Contos d’escárnio: textos grotescos e Diário de um sedutor ― freqüentemente é considerada como algo destacado em sua produção literária e de menor alcance estético por sua estreita aproximação com aspectos da pornografia. O objetivo deste trabalho é mapear as perspectivas estéticas da trilogia através da investigação de seu discurso, linguagem e estrutura, como também demonstrar que a autora não abandona as profundas questões da existência que sempre constituíram o foco de seu legado literário, quais sejam: Deus, a morte, a arte literária e as relações humanas. |
| "RÚTILO NADA DE HILDA HILST: UMA NARRATIVA PÓS-MODERNA ?", ensaio de Claber Borges. |
Este ensaio pretende examinar os elementos pós-modernos no conto Rútilo Nada, de 1993, de Hilda Hilst, para caracterizá-lo como uma narrativa pós-moderna. Não serão contemplados nessa análise os sete poemas da personagem Lucas. |
| "DEUS SEGUNDO O OLHAR DE KAZANTZAKIS E HILDA HILST", artigo acadêmico de Kamilla Kristina Sousa França Coelho. |
Este artigo almeja discutir a visão de Hilda Hilst sobre Deus, buscando mostrar como essa é uma recriação das idéias de Nikos Kazantzakis. A autora discute em sua vasta obra, e, principalmente, em “Poemas malditos, gozosos e devotos”, o valor de Deus e sua importância para o homem. Assim, perceberemos o quanto a poeta inova nas imagens e nas metáforas para caracterizar Deus. Analisaremos alguns poemas de Hilda em que a poeta considera Deus um ser comum, dependente dos homens para seu louvor e adoração. O ser divino não seria superior, poderoso e sábio, como diz o Cristianismo, mas ele estaria sujeito a condições de solidão, tristeza, medo e ódio como qualquer ser humano. Esse olhar cético da autora quanto aos antigos paradigmas religiosos, faz com que ela busque definir uma nova visão de Deus, fato que a equipara aos maiores escritores contemporâneos. |
| "GNOSE, GNOSTICISMO, A POESIA DE HILDA HILST", artigo de Cláudio Willer. |
Havia prometido – a mim e a apreciadores da poesia de Hilda Hilst – prosseguir o que foi exposto em Amavisse , de Hilda Hilst: pacto com o hermético, publicado em Agulha (1), por sua vez a transcrição de um artigo publicado em 1990 no caderno Idéias do Jornal do Brasil, a propósito do lançamento do livro de poesias Amavisse. Especialmente, prometera ampliar o exame da presença do gnosticismo em sua obra. |
| "O BEIJO DE SANGUE: A PÓS-MODERNIDADE DO CORPO HILSTIANO EM RÚTILO NADA", artigo acadêmico de Renata Bomfim. |
Joalheira da linguagem, Hilda Hilst desafia com uma obra ora doce com um afago, e ora, terrível como um beijo de sangue. É assim que somos confrontados ao primeiro contato com Rútilo nada. Prosa poética ganhadora do prêmio jabuti de 1994, fragmentada, composta por uma orquestração dissonante de vozes, Rútilo nada se aproxima do teatro do absurdo de Ionesco e do teatro da crueldade de Beckett. Este estudo explora os caminhos obscuros/luminosos do texto hilstiano buscando seus atravessamentos com os estudos da pós-modernidade. |
| "HILDA HILST E CAIO FERNANDO ABEU" tese de Claudio Carvalho. |
Nas páginas que se seguirão, estaremos abordando obras significativas de dois autores brasileiros contemporâneos que têm despertado o interesse não só da crítica especializada, mas também do público leitor: Hilda Hilst e Caio Fernando Abreu. Em poucos anos, tem crescido muito o número de livros, artigos, teses, peças de teatro e outras produções sobre as obras de Hilda e de Caio. Apesar de ainda insuficientemente lidos pelo grande público, pouco a pouco, os livros de Hilda Hilst e os de Caio Fernando Abreu têm demonstrado que vieram para ficar e que não estão entre os muitos produtos descartáveis produzidos em massa pela feroz indústria cultural contemporânea. |
| "O CANTO VIGOROSO DE DUAS MULHERES" tese de Fabiana Amorim. |
Durante o segundo semestre de 1998 e o primeiro de 1999, realizamos o trabalho “Adélia Prado e a problemática do gênero”, no qual tivemos a oportunidade de investigar nosso objeto de pesquisa pelo viés teórico dos estudos de gênero e pós-gênero e dos estudos culturais. Pudemos, também, avaliar a questão da mulher e do seu lugar na literatura e na sociedade em geral. O contato com essa pesquisa foi muito importante para amadurecer questões teóricas sobre o gênero na literatura e também fez renascer um projeto antigo sobre a poesia de Hilda Hilst e de Teresa Calderón, cujas obras sempre nos pareceram de relevante importância e contribuição para a cultura de cada um dos seus países e para a literatura das mulheres latino-americanas. |
| "RÚTILO NADA, DE HILDA HILST: CONFISSÃO E DESLOCAMENTO DAS PAIXÕES" artigo científico de Gabriel Albuquerque. |
A novela "Rútilo Nada", de Hilda Hilst, abre um campo vasto para as reflexões sobre os sujeitos que se expõem por meio da escrita/confissão e que arriscam deslocamentos afetivos e humanos. É o caso do personagem Lucius Kod: da condição de "pater familias" e articulista em um grande jornal, Lucius, movido pelas paixões, decai, tornando-se um outro, estranho ao seu grupo e classe sociais, mas ganhando em autonomia e humanidade. Por esse viés, Lucius participa da galeria de personagens escritores caídos na derrelição, uma constante nas narrativas da última fase de Hilda Hilst. |
| "O SAGRADO E O PROFANO NAS POÉTICAS DE HILDA HILST E ADÉLIA PRADO" tese de Goimar Dantas de Souza. |
Esta pesquisa acadêmica visa a demonstrar a existência do sagrado, do profano e dos aspectos carnavalizantes que compõem as poéticas de Hilda Hilst e Adélia Prado. Pretendemos comprovar, por meio da análise de seus textos, que as duas autoras constroem suas obras como uma espécie de chamamento explícito ao Divino e à compreensão de seus desígnios. Criaturas em busca do entendimento sobre o Criador, as poetisas realizam uma incursão vertiginosa por vias sacro-profanas à medida que nutrem pelo Pai-Eterno sentimentos absolutamente ambivalentes. Para que pudéssemos adentrar com mais precisão em seus universos complexos e complementares, buscamos fundamentos em autores como Mikhail Bakhtin e Octavio Paz, que nos conduziram pelas veredas da poesia, da prosa e do Carnaval. Esperamos, assim, lançar luzes sobre essa dialética de um duplo chamado, atentando, sempre, para a beleza extremista que o compõe e para a rica simbologia presente nesta busca que une amor e ódio, paixão e apatia, prazer e dor, alegria e desespero. |
| "HILDA HILST: AMOR, ANGÚSTIA E MORTE – PASSAGENS GROTESCAS DE UMA ARTE DESARMONICA", tese de Leandra Santos |
Fluxo-Floema, o primeiro livro de ficção de Hilda Hilst, publicado em 1970, apresenta uma narrativa com estilo peculiar em que a pontuação torna difícil identificar, imediatamente, quem fala e com quem falam os personagens no texto. Além disso, a narrativa em prosa mistura enredo e ação, revelando-se como poesia, graças a sua flutuação entre filosofia e ficção e aos efeitos do grotesco, inscritos na escolha das palavras e na organização estratégica do texto. O objetivo deste estudo é demonstrar como o grotesco é construído na narrativa e como seus efeitos provocam a sensação de incerteza e desconforto, expondo o homem em angústia e o seu viver em conflito existencial, construindo a poética grotesca e desarmônica de Hilda Hilst. |
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